terça-feira, 19 de setembro de 2017

Trump ameaça “destruir totalmente” a Coreia do Norte

Donald Trump discursa pela primeira vez nas Nações Unidas, em Nova Iorque.
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Em discurso na sessão de abertura da 72.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, Donald Trump ameaçou "destruir totalmente" a Coreia do Norte, caso Pyongyang continue a ameaçar os Estados Unidos e seus aliados.
O presidente dos Estados Unidos apelou à ONU que reforçasse as sanções contra o regime de Kim Jong-un, que voltou a apelidar de "rocket man" por estar a embarcar "numa missão suicida".
"O mundo inteiro" está em perigo perante a ameaça nuclear, por isso, diz Trump, se os Estados Unidos "forem forçados a defender-se e aos seus aliados, não teremos outra escolha que não seja destruir totalmente a Coreia do Norte".
"É altura de a Coreia do Norte perceber que a sua desnuclearização é o único futuro aceitável", advertiu, agradecendo à Rússia e à China o apoio a Washington no sentido de isolar o regime de Pyongyang.
A par com a Coreia do Norte, o Irão foi um dos "bandos de criminosos" alvo de críticas. "O governo iraniano mascara uma ditadura corrupta, disfarçada de democracia. Transformou um país rico culturalmente num Estado pária, que exporta violência, o derramamento de sangue e o caos."
Sobre a Venezuela, o Presidente norte-americano afirmou que aquele país está "à beira do colapso total" e garantiu que os EUA estão preparados para adotar "novas medidas" se Nicolás Maduro, "insistir no seu caminho para impor um governo autoritário".
Reiterando a mensagem que o levou à presidência, Trump disse que tenciona "defender os interesses dos Estados Unidos acima de todos os outros". Da mesma forma, todos os líderes mundiais devem seguir o exemplo e "pôr as suas nações em primeiro lugar", apelo que mereceu aplausos sem grande entusiasmo.
TSF

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