quinta-feira, 27 de julho de 2017

Eu, Psicóloga: A importância dos avós na vida dos netos.



Os especialistas concordam. De acordo com Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP), a participação deles na criação dos netos, quando possível, pode trazer uma série de benefícios a todos os envolvidos. Os pais têm com quem dividir a tarefa de cuidar, as crianças são expostas a um círculo familiar maior, e os avós têm sabedoria e experiência reconhecidas socialmente. “A criança se enriquece muito com esse contato, já que recebe mais estímulos, amplia seu repertório e aprende a conviver em um ambiente distinto com pessoas diferentes. Os avós também. Hoje, o ‘velho’ está ligado a algo pejorativo graças ao mundo de consumo em que estamos inseridos. O que é ‘velho’ tem que ser descartado. Para os avós, então, ter a responsabilidade de cuidar de uma criança é sinônimo de valorização social. A experiência dele é importante ali. Ele tem papel utilitarista, está ajudando outras pessoas, e isso dá sentido à sua vida”, diz.

Autora do Livro dos avós – Na casa dos avós é sempre domingo? (Ed. Artemeios), a também psicóloga Lidia Aratangy destaca ainda outro importante papel. “Tenho nove netos e sou nove avós. Com um neto, o forte do vínculo é a cumplicidade, para outros sou principalmente conselheira, o outro é meu companheiro de futebol, e por aí vai. Mas qualquer que seja a função, os avós têm sempre a característica de serem depositários da história da família. E pesquisas comprovam que o equilíbrio emocional depende também de a criança conhecer sua história, saber de onde ela vem”, conta.

Educadores ou comparsas? 

Quem nunca aprontou alguma peça e recebeu cobertura dos avós? Ou comeu um chocolate a mais e não foi julgado por causa disso? Por essas e outras, a cumplicidade é a relação mais natural existente entre avós e netos. É preciso, porém, ter cuidado e saber a hora de colocar limites, especialmente com aqueles que participam diariamente do cotidiano dos netos. “Nesses casos, a criança não pode achar que todo dia é dia de festa só porque ela está com os avós. Ela terá que seguir algumas regras para não comprometer sua saúde física e mental”, explica Rita.

Os novos perfis 

Pare um minuto para pensar e responda: quantos avós “tradicionais” (como a avó citada no início desta reportagem) você conhece? Eles ainda podem ser vistos por aí, mas a imagem de velhinho frágil, delicado e de cabelos brancos parece estar cada vez mais afastada do nosso cotidiano. Hoje, avôs que praticam esportes com os netos e avós que saem para jantar e passear com as netas, por exemplo, são figuras bastante comuns nas cidades – e todos saem ganhando com isso. “Pessoas mais saudáveis estabelecem vínculos mais saudáveis, e repertórios mais amplos permitem uma variabilidade maior de interesses. Esses ‘novos’ avós e netos têm, nesse sentido, mais pontos de contato. Não consigo enxergar prejuízos nessa mudança de cenário”, afirma Lidia.

Pais X Avós 

Acontece que nem tudo é um mar de rosas nessa história. Se você já deixou seu filho com os avós, com certeza sabe que os desentendimentos são inevitáveis. Quando a criança apresenta um sintoma de alguma doença, você acha que ela deve ser tratada de determinado jeito, mas eles dizem que têm outra receita mais eficiente. Quando ela fica com vontade de certo doce, você fala que é melhor comê-lo em outra hora, mas eles não resistem e logo cedem ao desejo do neto. Fica então a dúvida: como agir nesses casos?
Com a ajuda das psicólogas, montamos uma lista com dicas que podem facilitar a boa convivência. Confira:

- Tratar os avós como babás de luxo é o grande erro cometido pelos pais. Por isso, se a criança precisa ou quer passar o dia na casa deles, não faça listas indicando o que pode ou não pode ser feito. Confie na relação direta existente entre avós e neto e respeite suas decisões e atitudes.

- Os avós também devem fazer sua parte procurando se informar sobre novos padrões de comportamento, métodos de educação e tratamentos de saúde. Eles podem, por exemplo, acompanhar algumas visitas do neto ao pediatra e ir a reuniões da escola.

- O mais importante é que os papéis sejam bem definidos. Os pais precisam aceitar a sabedoria dos avós, assim como esses devem respeitar a autoridade dos pais. Todos vão palpitar, sim, sobre assuntos que envolvem a criança, mas, com uma boa conversa, entrar em um acordo não será tão difícil.

- Quando acontecer algum desentendimento, respire fundo e deixe a discussão para um momento em que a criança não esteja presente. Isso garante uma convivência pacífica e saudável entre todos.

- Se a criança costuma ficar todos os dias na casa dos avós, os limites devem ser melhor delimitados. Convivendo cotidianamente com o neto, os avós podem se sentir mais livres para aplicar seus próprios métodos de criação, o que pode chatear os pais. Mais uma vez, uma conversa franca e tranquila será necessária para chegar à solução. E cabe aqui ainda uma regra geral: a autoridade dos pais é sempre maior, mas, se eles dependem de outras pessoas para cuidar dos filhos, têm que aceitar que a influência externa é inevitável.

- Lembre-se dos momentos felizes e divertidos que você mesmo passou ao lado dos seus avós fazendo tudo aquilo que lhe era proibido pelos pais e que, no entanto, não lhe fizeram mal nenhum.


Eu, Psicóloga:20 frases para dizer às crianças ao invés de pare de chorar




E se seu filho estiver realmente fazendo algo que vale muito a pena cada vez que ele chora ou tem um ataque de raiva? Nem sempre apreciamos isso quando nossos filhos começam a chorar, mas o que eles estão fazendo, na realidade, é lançar mão do sistema inato de recuperação do organismo.

Quando nos machucamos, física ou emocionalmente, em vez de armazenar toda a dor em nosso corpo como tensão, podemos dissipá-la chorando, rindo, ficando bravos ou tremendo. É assim que o corpo processa emoções e se liberta delas. A maioria de nós não faz isso com frequência, porque desde que éramos pequenos nos mandaram "não chorar". Mas nossos filhos pequenos ainda têm seu sistema de recuperação intacto. 

A boa notícia é que todos os comportamentos complicados ou "não normais" dos nossos filhos são movidos por emoções. Quando, com a ajuda da atenção amorosa que recebem de você, eles conseguem libertar-se dessas emoções, eles voltam a ser os anjinhos de costume. Se incentivarmos nossos filhos a chorar quando sentirem necessidade disso, eles não apenas se libertarão dos sentimentos de mágoa como acabarão sentindo uma ligação maior conosco. O modo como ouvimos nossos filhos pode levá-los a reprimir suas emoções ou a senti-las mais plenamente. Veja algumas coisas que você pode dizer para ouvir bem seu filho. 

Frases tranquilizadoras gerais: 

1. Estou aqui do seu lado 

2. Estou vendo como você está aflito 

3. Eu queria que não fosse tão difícil, meu amor 

4. Vou ficar com você enquanto você está chateado 

5. Vou ficar aqui mesmo 

6. Você está em segurança 

7. Não há nada mais importante que estar com você agora 

8. Que pena, meu filho, que você perdeu seu ursinho / que seu amigo disse aquilo / que seu sorvete caiu no chão 

9. Estou te ouvindo, meu querido

Chamar a atenção de seu filho várias vezes para os motivos de sua aflição: 

10. Você queria tanto... aquele brinquedo/ um sorvete/ que o papai ficasse em casa/ ir para o parque 

11. Aquele... cachorro/ brinquedo/ jeito que eu gritei te assustou 

12. Vamos dar outra olhada no seu... joelho/ dedo/ pé machucado 

Impor um limite à situação (e ouvir os protestos): 

13. Não posso deixar você ... ir àquela festa/ bater nela/ comer esse doce/ brincar com meus óculos 

14. Quero que você... ponha os sapatos/ termine a lição de casa/ entre no carro agora.
 
Mostrar a seu filho que a situação vai melhorar mais adiante (e ouvir a resposta dele, que não se anima com isso): 

15. Você vai ganhar chocolate de novo mais para frente 

16. Eu sei que você vai descobrir como fazer isto 

17. A Mamãe vai voltar mais tarde 

18. Sei que você ainda vai conseguir se divertir 

19. Você vai se virar muito bem sem a camiseta 

20. As coisas não vão continuar assim para sempre 

Procure evitar: 

Rotular as emoções ("Estou vendo que você está bravo") 

Desviar a atenção de seu filho daquilo que ele está sentindo ("Que tal a gente ir ver o que o Papai está fazendo?") 

Resolver as coisas ("Sei que você quer sorvete - vamos à sorveteria") 

Apelar para a razão ("Afinal, você tomou sorvete ontem") 

Agravar a emoção de seu filho, dando bronca / mandando-o ficar quieto / fazendo-o sentir vergonha ("Que barulho horrível é esse que você está fazendo?") 

Recompensas ou castigos, incluindo ameaças / subornos / colocar de castigo ("Se você não parar com isso, vamos para casa"). 

Debora Oliveira

5 livros de Psicanálise para você baixar.




A psicanálise na Terra do Nunca: Depois do sucesso de Fadas no divã, os autores estendem sua descrição clara e instigante de conflitos psicológicos comuns a todos nós a partir da análise de histórias e personagens contemporâneas, como Shrek, Alice no País das Maravilhas, Família Addams, entre outras. Clique aqui

Desafios para a Técnica Psicanalítica: O tema que organiza este livro é a questão da técnica, ou seja, o conjunto de elementos que, originados da reflexão teórica e associados ao exercício da clínica, acabam por definir uma determinada forma de procedimento para o trabalho do analista. Clique aqui 


 Freud, mas porque tanto ódio? Em 2010, o filósofo francês Michel Onfray lançou na França a obra 'Le crépuscule d’une idole'. Nas páginas, trata Freud como impostor, homofóbico, incestuoso e fascista. Pouco tempo depois a psicanalista Elisabeth Roudinesco lançou sua resposta, a fim de apontar erros de apuração, fatos forjados e acusações maliciosas, como a de que o mestre da psicanálise teria mantido um caso com a cunhada por quarenta anos. A autora ainda afirma que as acusações apresentadas não são novas, são boatos antigos criados por quem buscava atrair as atenções da mídia. Para Roudinesco, tanto ódio, tem justificativa - a atitude do psicananalista, derrubando mitos, como os relacionados ao sexo. Completando a edição estão ainda cinco artigos assinados por profissionais da área de história, filosofia e psiquiatria e uma entrevista publicada na revista 'Le Nouvel Observateur', em que ela procura esclarecer os ataques à psicanálise. Clique aqui

Fundamentos da Psicanálise- De Freud a Lacan. Volume I: Introdução didática que esclarece, à luz de Freud e Lacan, os conceitos mais importantes da teoria psicanalítica, entre os quais: pulsão, recalque, sintoma, real-simbólico-imaginário, objeto a e sublimação. Ao desenvolver amplamente os dois eixos principais da psicanálise (sexualidade e linguagem), o autor enfatiza o abandono do funcionamento instintual – produzido pela aquisição da postura ereta, a bipedia – e o consequente advento da pulsão como fatores essenciais e fundadores da espécie humana. Clique aqui


Fundamentos da Psicanálise- De Freud a Lacan. Volume II: Introdução didática que esclarece, à luz de Freud e Lacan, os conceitos mais importantes da teoria psicanalítica, entre os quais: pulsão, recalque, sintoma, real-simbólico-imaginário, objeto a e sublimação. Ao desenvolver amplamente os dois eixos principais da psicanálise (sexualidade e linguagem), o autor enfatiza o abandono do funcionamento instintual – produzido pela aquisição da postura ereta, a bipedia – e o consequente advento da pulsão como fatores essenciais e fundadores da espécie humana. Clique aqui

Debora Oliveira

Município de Figueiró dos Vinhos oferece cadernos de atividades e manuais escolares aos alunos do 1.º e 2.º CEB


A Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos aprovou pelo terceiro ano consecutivo, em reunião ordinária de 26 de julho de 2017, a atribuição gratuita dos manuais escolares aos alunos matriculados no concelho.

Alargada este ano ao 2.º ciclo, podem beneficiar desta oferta todos os alunos matriculados no 1.º e 2.º CEB e que irão frequentar no ano letivo 2017/2018 as escolas do concelho de Figueiró dos Vinhos.

Os alunos do 1.º CEB estão abrangidos por uma medida do Governo que oferece os manuais escolares a todas as crianças do 1.º ao 4.º ano, oferecendo o Município os cadernos de atividades. Aos alunos do 5.º e 6.º ano, o Município irá oferecer todos os manuais e os respetivos cadernos de atividades.

Os encarregados de educação deverão manifestar a vontade de usufruir deste auxílio económico atribuído pela Câmara Municipal no âmbito da ação social escolar através de inscrição nas instalações do Gabinete de Ação Social do Município de Figueiró dos Vinhos, sitas na Av. José Malhoa, em Figueiró dos Vinhos, no período compreendido entre o dia 27 de julho e o dia 14 de agosto de 2017.

Os encarregados de educação dos alunos matriculados e que irão frequentar as Escolas Básicas de Almofala e Arega poderão, ainda, proceder à inscrição acima mencionada, nos edifícios das respetivas Juntas de Freguesia.

Esta medida tem como objetivo o apoio às famílias, potenciando uma melhoria na sua qualidade de vida.

A aquisição dos referidos manuais escolares será feita nos estabelecimentos sediados no concelho, que façam a sua comercialização.

O mundo projeta-se na tela do AVANCA’17







A grande tela do Festival AVANCA’17 já começou a projetar os filmes que chegaram de todo o mundo para serem exibidos na vila onde nasceu o Prémio Nobel Egas Moniz e onde está sediado um dos principais centros de produção cinematográfica, o Cine-Clube de Avanca. Os Encontros Internacionais começaram ontem e decorrem até domingo, 30 de junho.

No total, serão exibidas 128 películas na 21ª edição dos Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia. Na última noite, foram consagrados os melhores da edição de 2016, durante a sessão inaugural do evento que decorreu no Auditório Paroquial de Avanca.  


Uma história única

Na base deste argumento que conta com 21 anos de história está o cinema, “sempre o cinema”, conforme realçou António Costa Valente, diretor do AVANCA. “Queremos que se produzam mais filmesE que este seja um espaço onde podemos pensar cinema”, acrescentou o presidente do Cine-Clube de Avanca, porque antes de se chamar festival, o AVANCA é um “ponto de encontro, que é o nome inicial do festival” onde se convida à partilha, reflexão, debate, formação e investigação. “Há uma grande abrangência que faz com que este seja um caso único”, afirmou.


Filmes imperdíveis

Deixa o convite irrecusável ao público para que venha ao cinema do AVANCA’17 assistir a “filmes com grande qualidade, histórias que nos emocionam. Podem encontrar grandes propostas” durante estes dias nos Encontros Internacionais. O programa das exibições pode ser consultado neste link.

Com a parceria da Câmara Municipal de Estarreja, coorganizadora do evento, este tornou-se num “projeto de envolvimento da terra e aberto a todas as outras terras do mundo”. De olhos postos no futuro, Costa Valente espera conseguir reunir “as condições que nos ajudem a construir os próximos 20 anos”, que passarão igualmente pela conclusão da sede do Cine-Clube de Avanca.


Ponto obrigatório para quem gosta de cinema

Referência nacional e internacional, “o festival transforma Avanca no centro do mundo do cinema”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Estarreja, Diamantino Sabina, perante uma plateia multicultural com espectadores provenientes de vários países e continentes.

Para o autarca este é um “ponto obrigatório para realizadores, atores, investigadores, cinéfilos e todos os amantes da 7ª arte”. O AVANCA “faz parte da história dos festivais de cinema em Portugal” e o Município irá continuar a apoiar o festival e o Cine-Clube, acreditando nas potencialidades das indústrias criativas.


Envolver o público local

A fechar o capítulo dos discursos, o representante do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual elogiou a “terra que tanto tem dado ao cinema” e contribuído para a divulgação da 7ª arte, o que implica um “esforço extraordinário, só possível com a estreita ligação das autoridades locais”. Em Avanca, Luís Xavi Vaz vê “o interesse que esta população tem pelo cinema, pela produção e realização de cinema, é notável”, num trabalho de“educação e formação de públicos” que merece o “reconhecimento público” do ICA. “Habituar as pessoas a ver um cinema diferente, uma forma diferente de contar histórias e histórias que são nossas” é, no seu ponto de vista, meritório.

Tornar os sonhos realidade

Com autoria do realizador Joaquim Pavão e baseado na obra de Eduarda Dionísio, “Antes que a noite venha - falas de Antígona”, rodado em Avanca e produzido pelo festival de Cinema AVANCA 2016, abriu a competição no Auditório Paroquial tendo despertado imensa curiosidade do público local. O realizador realçou que o Cine-Clube de Avanca é “a estrutura mais interessante do panorama português, que mais filmes produz”, e deixou uma nota de agradecimento pelo seu papel vital. “Não deixam os loucos a falar sozinhos. Avanca ajuda os loucos a sonharem e a tornar realidade os sonhos, isto é incrível!”

Filmes, estreias, oficinas, conferências, ação!

Com uma forte presença de obras que aqui fazem a sua estreia, no AVANCA 2017 são exibidos 16 filmes em estreia mundial e todos os filmes que integram a seleção competitiva em estreia nacional. O AVANCA 2017 é ainda o momento de estreia de vários filmes produzidos na região. É também nestes encontros que se realizam oficinas de criação fílmica, onde participantes inscritos integram equipas que filmam com cineastas convidados pelo festival.

Paralelamente, 149 conferências proferidas por investigadores vindos de países dos cinco continentes, marcam os dias do festival onde a conferência AVANCA | CINEMA vem permitir a divulgação do que está a acontecer pelos centros de investigação à volta do cinema, um pouco por todo o mundo.

Organizado pelo Cine Clube de Avanca e pelo Município de Estarreja, o festival decorre até dia 30 e tem o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual, do Ministério da Cultura, do Instituto Português do Desporto e da Juventude, Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro e Fundação para a Ciência e Tecnologia, entre diversas entidades locais.


CÂMARA MUNICIPAL DE ESTARREJA

Praça Francisco Barbosa - 3864-001 Estarreja
Tel. (+351) 234 840 612 (Ext. 404) 

Manteigasc| Reunião do Executivo - Dia 26 de julho de 2017


Proposta de homenagem à Irmã Maria Augusta Coelho, responsável pelo Instituto de Educação Infantil - Manteigas. 

www.cm-manteigas.pt

- Consulte Menu Concelho - Reuniões do Executivo.
Um Concelho cada vez mais perto de si...

Câmara Municipal requalifica Praça Fernando Pessoa e vias circundantes

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vai proceder à requalificação urbana da Praça Fernando Pessoa, no centro da cidade, e intervir nas duas principais vias que nela convergem – a Rua Professor Egas Moniz e a Rua 25 de Abril. A intervenção, a ter início na próxima semana, vai englobar um investimento de 805 mil euros, com um prazo de execução de 180 dias.

 A Praça Fernando Pessoa apresenta, atualmente, infraestruturas públicas obsoletas e desajustadas às funções que nela existem. Com a intervenção, pretende-se criar uma imagem de modernidade, onde o espaço público se apresente “como tabuleiro de desenvolvimento das ações de partilha e encontro de pessoas”, favorecendo a permanência e o usufruto do local.

Valorizando a sua condição de espaço central, a Praça Fernando Pessoa vai ficar num nível superior em relação às vias circundantes, sendo o acesso feito por rampas. Haverá um nivelamento de piso em toda a área e o espaço de interação social será melhorado com o alargamento dos passeios, em especial na zona das galerias comerciais, que passarão a ter uma largura de sete metros. Para além de favorecer a melhor circulação de peões, a nova área permitirá a implantação de esplanadas, dinamizando o comércio local.

  Na Rua Professor Egas Moniz e na Rua 25 de Abril, a zona de circulação vai ser nivelada com a substituição dos lancis nos passeios por guias ao nível do piso. As zonas de estacionamento serão também niveladas e privilegiarão a colocação transversal dos veículos. Com o novo reordenamento da área, estão previstos cerca de 134 lugares de estacionamento.

Em termos de mobiliário urbano, destaca-se a introdução de floreiras em locais estratégicos e a colocação de bancos de jardim e papeleiras mais modernas. Haverá ainda a estruturação dos espaços verdes, com a introdução de novas espécies, com copa e raízes de tamanho adequado, que não prejudiquem o equilíbrio do espaço.

 Esta obra, cofinanciado a 85% por fundos comunitários no âmbito do Programa Centro 2020, é, de acordo com o Presidente da Autarquia, António Loureiro, “uma necessidade urgente pois permitirá solucionar um problema que se arrasta há vários anos, nomeadamente, as águas pluviais, assim como permitirá requalificar uma das zonas onde vivem mais pessoas e onde existe mais comércio e serviços, melhorando desta forma a qualidade de vida de todos”.