sábado, 18 de novembro de 2017

Recibos verdes que ganhem até 27 mil euros não terão de justificar despesas em 2018

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Os 'recibos verdes' com rendimentos anuais de até "cerca de 27 mil euros" não terão de justificar despesas suportadas na atividade ao abrigo das novas regras do regime simplificado de IRS, segundo o Governo.

De acordo com uma nota ontem divulgada pelo Ministério das Finanças, nem todos os prestadores de serviços terão de justificar parte das despesas para beneficiarem totalmente das deduções ao seu rendimento tributável.
Lusa

Associação de vítimas dos incêndios avança judicialmente contra o Estado

Resultado de imagem para Associação de vítimas dos incêndios avança judicialmente contra o EstadoA Associação das Vítimas do Maior Incêndio de Sempre em Portugal, criada no distrito de Coimbra, está mandatada para avançar com uma ação coletiva contra o Estado se o Governo insistir em "medidas de apoio discriminatórias".

Vamos encetar um diálogo com o Governo e se a resposta não for positiva, em situação de igualdade nos apoios à agricultura e às empresas relativamente a Pedrógão Grande, não tenho dúvida nenhuma de que avançamos" com a ação, disse à agência Lusa o presidente da associação sediada em Oliveira do Hospital, Luís Lagos.

Criada após os fogos de 15 de Outubro, que mataram 45 pessoas na região Centro, a Associação das Vítimas do Maior Incêndio de Sempre em Portugal, reunida hoje à noite em assembleia-geral, defendeu também a "desburocratização do apoio até 5.000 euros" para os pequenos agricultores.

Segundo Luís Lagos, as medidas tomadas pelo Governo que estão no terreno "são injustas e discriminatórias e distinguem as pessoas como portugueses de segunda e de terceira".

"Na indústria, o apoio é inferior ao atribuído na tragédia de há cinco meses atrás [Pedrógão Grande] e não há argumento nenhum que o justifique, porque há concelhos que foram atingidos em junho e agora, como é o caso da Pampilhosa da Serra", salientou.

O empresário e dirigente associativo questionou "qual o argumento para que uma empresa da Pampilhosa da Serra merecer agora um apoio inferior àquele que mereceu outra empresa na mesma Pampilhosa da Serra há cinco meses atrás".

"Porque é que a agricultura há de merecer um apoio inferior ao comércio e indústria? Não faz sentido nenhum, ninguém entende isso e, portanto, a nossa base negocial está aqui, de repor uma situação de igualdade no mesmo país", sublinhou Luís Lagos.

Para o presidente da Associação das Vítimas do Maior Incêndio de Sempre em Portugal, "não faz sentido" que não haja "o mesmo apoio", pelo que vão ser já solicitadas audiências ao Governo, Presidente da República e partidos com representação parlamentar.

Caso as respostas não sejam positivas, Luís Lagos considerou que só resta uma alternativa à associação, que "é retirar o poder negocial ao Governo".

"Se o Governo não quer negociar, não quer falar, então retiramos-lhe a decisão e entregamo-la aos tribunais", frisou, acrescentando que já há um pedido para se nomear uma comissão técnica independente para avaliar estes fogos e também já se percebeu que em Pedrógão Grande os fogos aconteceram por incúria do Estado e aqui não temos dúvida de que o resultado será precisamente o mesmo", acrescentou.

A Associação das Vítimas do Maior Incêndio de Sempre em Portugal, constituída em Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, propõe-se combater a interioridade e defender o mundo rural.

A associação conta com cerca de 300 associados, entre cidadãos e empresários dos vários concelhos afetados pelos incêndios de 15 de outubro, que, no distrito de Coimbra, causaram 24 mortos.

"Temos de fazer com que uma tragédia destas nunca mais aconteça e que o Estado assuma as suas responsabilidades, porque o que se passou foi incúria de vários governos", disse à agência Lusa, na altura, Luís Lagos.
Lusa

“Olhares Cruzados” dos Doentes Oncológicos de Portalegre


Um evento muito singular vai ter lugar na cidade de Portalegre, sábado 25 de Novembro.
Trata-se do encontro ”Olhares Cruzados” que visa reunir e ter em conta Experiências Partilhadas dos utentes da Unidade de Oncologia Médica (UOM) do Hospital Doutor José Maria Grande – Portalegre, uma unidade da ULSNA.
Com início marcado pelas 09.00 horas, tem palco agendado no auditório da ESTG – Escola Superior de Tecnologia e Gestão (sita na estrada para Estremoz, junto da Zona Industrial de Portalegre).
A sessão de abertura inclui um momento musical.
Segue-se uma parte denominada “Mitos e Impactos” que se debruçará sobre a nutrição na pessoa oncológica. Ainda de manhã actuará o grupo de cante alentejano “Os Lagóias”; haverá relatos “testemunhando a vida”; será apresentada a exposição “Uma carta, uma partilha”, bem como se destacam os espaços para workshops diversos.
Já de tarde, os destaques vão para a Acupuntura; o “Desconstruir e Construir” - o impacto da Imagem - com sessões de maquilhagem; o “Momento Zen” em que não faltarão actrações como Yoga, técnicas de relaxamento, aromaterapia e concerto com taças tibetanas.
O encerramento,pelas 17.00 horas, vai contar com a presença do Grupo CAEP Voices cuja actuação visa Celebrar a Vida.

O encontro destina-se aos utentes oncológicos e as inscrições são aceites na UOM do Hospital de Portalegre, sita no piso 7, e onde poderão ser obtidas mais informações.

Enviado por José Rui Rabaça

A-17, em Mira: Acidente com viatura na contra-mão

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Pouco antes do amanhecer, pelas 05:53 horas desta sexta-feira, os Bombeiros Voluntários de Mira foram acionados para um acidente em plena A-17.
Tudo seria normal, não houvessem  dois pequenos pormenores que vieram a fazer uma grande diferença neste incidente: o primeiro foi o de que o embate aconteceu entre um pesado de mercadorias e um ligeiro comercial... que seguia na contra-mão, em plena autoestrada, no sentido norte/sul. O segundo pormenor foi o facto de, ao chegarem ao local, os Bombeiros encontraram somente a carrinha, tendo o(s) ocupante(s) do ligeiro, abandonado o local para parte incerta!
As viaturas terão embatido apenas de raspão, tendo o ligeiro comercial ido de encontro aos rails da autoestrada, tendo ficado, naquele momento, imobilizado na via da esquerda.
Como consequência deste insólito acontecimento, o único ocupante do pesado de mercadorias ficou ferido de forma ligeira, não havendo necessidade de ser transportado ao hospital.
Estiveram presentes no local 1 ambulância dos BVM, 1 veículo de desencarceramento dos BVM, 1 ambulância dos Bombeiros de Cantanhede, 1 ambulância SIV, 1 viatura da GNR e 1 viatura da Concessionária da Autoestrada que, durante o percurso, também terá cruzado com o veículo que seguia em contra-mão, fazendo-lhe sinais para que notasse o erro.
O motorista do pesado de mercadorias terá dado informações à GNR no sentido de se saber como teria o ocupante da outra viatura, conseguido abandonar o local.
Mira Online

Onde posso doar sangue em Aveiro em 2018?

Todas as formas de divulgação possíveis são bem-vindas!

GNR retira à força homem barricado em supermercado em Poiares

A GNR deteve, esta sexta-feira à tarde, o homem que se mantinha armado no interior de um supermercado, desde a tarde de quinta-feira, em Vila Nova de Poiares, Coimbra.
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Segundo apurou o JN no local, o homem foi retirado à força do supermercado, 24 horas depois de se ter barricado, e, de acordo com a agência Lusa, foi conduzido sob detenção ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra para avaliação psiquiátrica.
O porta-voz da GNR, Bruno Marques, disse que o homem foi detido após "a intervenção tática" dos militares da guarda, que culminou com a detenção do suspeito "em segurança", apesar de o homem "ter resistido à detenção".
A intervenção realizou-se, segundo Bruno Marques, "por motivos de segurança do próprio indivíduo", que tinha na sua posse duas armas e que terá tentado assaltar o supermercado na tarde de quinta-feira. O indivíduo não sofreu qualquer ferimento, pelo menos aparente, como resultado da operação.
Na intervenção tática, foram usadas armas não letais e a força física, afirmou o tenente-coronel Henrique Armindo, segundo comandante do Comando Territorial de Coimbra.
JN
Foto: Fernando Fontes / Global Imagens

Governo prorroga novamente o período crítico de incêndios

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Após nova avaliação das condições meteorológicas, o Governo voltou a prorrogar o período crítico de incêndio, tendo em conta «a provável ausência de precipitação significativa».

Trata-se de uma circunstância que «promove a manutenção dos índices de perigo de incêndio em valores superiores aos típicos para a presente altura do ano», pode ler-se no despacho do Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas, publicado em Diário da República.

O documento determina que, «face ao exposto, considera-se prudente manter a adoção das medidas e ações especiais de prevenção de incêndios florestais, que decorrem durante o período crítico, no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios».

Por este motivo, «é prorrogado até 23 de novembro o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios (…) por força das circunstâncias meteorológicas excecionais», pode ler-se no Despacho que entra em vigor a 17 de novembro de 2017.


Durante o período crítico de incêndios, nos espaços florestais ou agrícolas, é proibido:
• fumar, fazer lume ou fogueiras;
• fazer queimas ou queimadas; 

• lançar foguetes e balões de mecha acesa;
• fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas;
• fazer circular tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.


NOITE DE EMOÇÕES NO DRAGÃO: PORTO SOFREU, MAS SEGUE EM FRENTE NA TAÇA DE PORTUGAL

Aos 89 minutos, os Dragões estavam a perder (1-2) em casa com o Portimonense, mas os golos de Aboubakar e Brahimi ditaram a reviravolta e a passagem à fase seguinte da Taça de Portugal.
O FC Porto segue em frente na Taça de Portugal depois de ter batido, esta sexta-feira, o Portimonense por 3-2 em partida da quarta eliminatória da prova, disputado no Estádio do Dragão.  Foi um jogo de emoções, depois de os azuis e brancos terem estado a perder até ao minuto 89.
Para este desafio, Sérgio Conceição apostou em Iker Casillas para a baliza do FC Porto, isto um mês e meio depois de o guarda-redes espanhol ter perdido a titularidade para José Sá.
O FC Porto marcou cedo, aos cinco minutos, por intermédio de Danilo Pereira. Alex Telles bateu o canto na direita com a bola a cair na pequena área, onde apareceu Danilo a encostar para inaugurar o marcador.
Depois de abrir a contagem, o FC Porto perdeu a concentração e o Portimonense aproveitou. À meia hora de jogo, em mais um bom lance coletivo da formação algarvia, com Nakajima a assistir Wellington, este apareceu nas costas de Alex Telles para fazer o empate, com Iker Casillas a ficar muito mal na fotografia.
No segundo tempo, o Portimonense entrou mais recuado no terreno e com maiores cautelas defensivas, enquanto o FC Porto pressionava alto, obrigando os algarvios a um jogo mais direto.
Aos 68 minutos, a formação orientada por Vítor Oliveira deu a volta ao marcador com o golo de Pedro Sá. Numa jogada de insistência, com a bola a sobrar para a entrada da área, onde apareceu Pedro Sá a encher o pé para marcar um golaço, sem hipótese de defesa para Casillas.
Aos 78 minutos, Felipe Macedo viu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando o Portimonense reduzido a dez elementos. Vítor Oliveira mexeu logo na equipa e essa substituição foi feita de uma forma muito lenta, o que gerou protestos vindos da bancada. No meio da confusão, o treinador ‘rei das subidas’ também foi punido disciplinarmente.
Nos instantes finais, já com o nervosismo instalado no banco portista, Sérgio conceição foi expulso por indicação do auxiliar.
Sapo

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